Foi-se o tempo em que a área da saúde era algo dominado por publicações com centenas de páginas, conhecimento centralizado em grupos de especialistas e negócios gerenciados por sistemas arcaicos de documentação, contabilidade e prontuários dos pacientes. A tecnologia na saúde veio para mudar essa realidade!

Com vários adventos tecnológicos que vêm transformando a realidade do mercado, não existe um tipo de negócio sequer que não tenha sido influenciado por mudanças incrementais resultantes da aplicação de tecnologias, sejam equipamentos (hardware) ou inteligências (software).

No âmbito da saúde, pode-se dizer que existe um divisor de águas na área, marcado pela inserção de soluções tecnológicas no dia a dia dos profissionais e dos pacientes.

Desde equipamentos empregados na realização de exames e diagnósticos, passando por sistemas de gestão e por infraestrutura tecnológica para comportar essas aplicações, nada mais é como antes no campo da saúde.

Neste post, serão apresentadas algumas das inovações que vêm permitindo que médicos, enfermeiros, técnicos, gestores e pacientes tenham acesso ao que há de mais avançado no mercado, em todo o mundo. Observe como algumas tendências são irreversíveis e mostram que o futuro da saúde será cada vez mais tecnológico. Boa leitura!

1. Como utilizar a tecnologia na saúde? 

A ideia que vem à mente quando pensamos em tecnologia na saúde é o uso de equipamentos modernos em diagnósticos de doenças. Essa é realmente uma aplicação das mais importantes e com benefícios diretos para a humanidade, de forma geral.

Mas quando o olhar se volta para o mundo empresarial, na sustentação dos negócios na área da saúde, a perspectiva é outra: o foco passa a ser a gestão de empreendimentos que se dedicam a colocar no mercado produtos de saúde para atendimento a clientes — ou pacientes, neste caso.

Assim, tecnologias diversas podem ser implementadas para simplificar fluxos de trabalho, automatizar processos, gerenciar documentos eletronicamente, suportar o relacionamento com o paciente, tornar a comunicação entre departamentos mais fluida e oferecer uma experiência melhor ao usuário.

Um dos impactos relevantes que o setor da saúde recebeu, assim como diversos outros ramos, foi a chegada da Cloud Computing e de todas as facilidades que ela oferece. A nuvem vem permitindo a transformação dos modelos de negócio, tornando-os digitais e agregando valores antes muito difíceis de serem alcançados sem grandes esforços e investimentos.

2. Quais são os benefícios das soluções tecnológicas para a área de saúde?

Entre os benefícios da tecnologia médica, no tocante ao atendimento ao paciente, podem ser citados:

  • maior eficiência nos diagnósticos, com mais precisão nas análises dos profissionais e mais segurança e conforto para os pacientes, com exames menos invasivos;
  • melhores condições para a tomada de decisão sobre a conduta de tratamentos e protocolos médicos a serem aplicados;
  • ampliação e diversificação de métodos terapêuticos;
  • maior gama de procedimentos cirúrgicos, especialmente com as facilidades da robótica;
  • melhor documentação de procedimentos, com sistemas que suportam diferentes formatos de informação, tais como texto, imagem e som;
  • maior intercâmbio de experiências, a partir da difusão de conhecimentos permitida por recursos conectados às redes e acessíveis em qualquer parte do mundo;
  • maior aproximação entre médico e paciente, a partir do acesso facilitado à informação e melhor entendimento da linguagem médica;
  • mais eficiência do corpo médico, que ganha em capacitação decorrente do acesso a tecnologias e a uma atuação mais colaborativa com outros profissionais, sem fronteiras geográficas.

Já em relação à gestão de negócios na área de saúde, as vantagens são mais específicas:

  • integração entre bases de dados e centralização de informações, permitindo maior confiabilidade nos dados consultados para gestão do negócio: financeiro, contábil, jurídico, operacional, recursos humanos e relacionamento com o paciente;
  • racionalização de processos, com automação de diversas atividades;
  • redução de falhas operacionais, de riscos, de sombreamentos, de gargalos e de retrabalhos;
  • redução de tempo de resposta ao cliente interno e externo;
  • maior segurança e facilidade na guarda e recuperação de documentos;
  • redução de custos, a partir de soluções tecnológicas que simplificam processos;
  • liberação do tempo dos gestores para cuidarem das questões mais estratégicas do negócio;
  • oferta de uma experiência do usuário mais positiva, aumentando a produtividade de todos os colaboradores da empresa;
  • uso de indicadores para mensurar performance dos processos, de produtividade da equipe e dos resultados do negócio;
  • experiência mais positiva do cliente final também.

No próximo tópico, exemplos práticos que materializam esses pontos positivos serão demonstrados. Acompanhe!

3. Quais são as tendências tecnológicas para a área da saúde?

A área da saúde vem sendo invadida positivamente por recursos tecnológicos e essas tendências estão assumindo uma posição crescente e irreversível nesse mercado.

Conheça, agora, algumas das tecnologias que estão fazendo a diferença para a gestão de negócios médicos!

3.1. Softwares de gestão

A administração de um hospital, uma clínica, um provedor de convênios ou um negócio de apoio à saúde não é diferente de um empreendimento que fabrica algo, que realiza venda de produtos ou que presta algum serviço direto ao cliente.

Negócios médicos também têm fluxos de informações que precisam ser tratados, processos que necessitam ser otimizados, corpo funcional que deve ser gerido, contas a ser pagas e recebidas, questões tributárias e legais que são mandatórias e indicadores que mensuram o desempenho.

É por isso que é tão importante investir em softwares de gestão, que possam integrar bases de dados e “conversar” com outros sistemas que guardam os dados do negócio, como os conhecidos softwares ERP.

Com isso, tem-se mais segurança da informação, já que é possível definir um controle de acesso aos usuários de acordo com o perfil de trabalho ou cargo. Ganha-se, também, em agilidade na consulta e na disponibilização de dados atualizados para todos os setores da empresa tomarem as decisões mais acertadas.

3.2. Cloud Computing

A revolução digital trouxe para as empresas a possibilidade de terem acesso a tecnologias de ponta sem que seja necessário investir em parques tecnológicos próprios, nem desenvolver sistemas internamente e arcar com todos os custos de manutenção.

Com o compartilhamento de serviços de TI em nuvem, é possível contratar o uso de infraestrutura de terceiros e também o acesso a sistemas que otimizarão os processos empresariais.

Nesse modelo, os provedores de Cloud oferecem soluções acessíveis em plataformas digitais, com controle de acesso e customizadas para a necessidade do cliente. Por trás disso, estão hardwares de alta performance, mecanismos atualizados de segurança da informação e políticas de recuperação de desastres.

O cliente paga apenas pelo que consome, ou seja: capacidade de armazenamento, velocidade de processamento, tráfego de rede e quantidade de usuários acessando os sistemas. O pagamento pelo serviço contratado pode ser por uma fatura mensal de valor fixo ou pelos itens consumidos em um período.

3.3. Impressoras 3D

O uso de impressoras 3D já está presente em empresas de design e nas fábricas. Muitas peças que compõem equipamentos eletrônicos e até imóveis em construção estão sendo produzidos com essa tecnologia.

Claro que não se trata de impressoras de pequeno porte, são equipamentos de grandes dimensões comandadas por algoritmos complexos para garantir que os bicos injetores de material sejam precisos.

Na saúde, bons exemplos de aplicabilidade da impressora 3D são a produção de órteses e próteses ortopédicas e membros robóticos, como braços e pernas.

No processo evolutivo desse tipo de tecnologia, já existem estudos e implementações de reprodução de órgãos humanos, tecidos, vasos sanguíneos, ossos e pele sintética. Existem também avanços no desenvolvimento de exoesqueletos impressos em 3D, equipados com sensores para detectar movimentos musculares e refletir nos membros para auxiliar no deslocamento de quem tem mobilidade reduzida.

3.4. Telemedicina

O prefixo “tele” indica “a distância” e, na medicina, representa a possibilidade de monitorar pacientes a distância, assim como realizar troca de informações e análises de documentos e exames de forma remota.

É um processo avançado, baseado em normas médicas internacionais, que facilitam a emissão de laudos, independentemente da localidade da realização dos exames. Especialistas podem acessar as informações e imagens em plataformas digitais e disponibilizar, ali mesmo, suas percepções e laudos.

A telemedicina também é usada para realização de teleconsultas, quando um médico solicita uma segunda opinião de outro especialista para fechamento de um diagnóstico, por exemplo. Ainda pode ser dada uma orientação, em tempo real, durante a realização de um procedimento, podendo ser guiado por um médico ou, até mesmo, um dispositivo robótico remotamente.

A consulta online também ocorre estando de um lado o médico e do outro o paciente, mesmo que estejam em países diferentes. Esse é um caso clássico de rompimento de fronteiras na saúde, graças ao uso de tecnologias por profissionais da área.

3.5. Home Care

É uma possibilidade tecnológica que permite que pacientes continuem, em casa, os tratamentos iniciados em ambientes hospitalares.

Dispositivos eletrônicos são instalados para monitoramento de dados vitais, como batimentos cardíacos, pressão, taxa de glicose e outras taxas que precisam estar dentro de referências para manutenção de uma boa saúde.

Com a geração de estatísticas sobre o andamento das taxas do paciente, é possível acompanhar se algo está fora dos parâmetros tido como ideais. Os sistemas que comandam os sensores de monitoração podem ser programados para gerar alertas sempre que identificada alguma variação indesejável, por exemplo.

3.6. Internet das Coisas (IoT)

A conectividade entre dispositivos, pessoas e processos está cada vez mais presente no meio da saúde. O uso de dispositivos móveis e vestíveis, bem como de aplicativos estão empoderando a atuação de profissionais da medicina e áreas afins.

Exemplos são smartwatches, capazes de coletar e relacionar dados sobre o corpo do paciente, facilitando a junção de informações para simplificar diagnósticos e acompanhamento de tratamentos.

A conexão de diversos dispositivos a plataformas que gerenciam as informações obtidas permite criar um acervo digital de gestão de conhecimento sobre pacientes, doenças, procedimentos e protocolos médicos.

3.7. Robótica em procedimentos invasivos

O cenário dos centros cirúrgicos tem ficado diferente nos últimos tempos: ao lado de humanos formados em especialidades da saúde estão estruturas robóticas, que realizam procedimentos nos pacientes a partir de comandos de médicos e de inteligências computacionais.

O trabalho do robô é feito de forma assistida, ou seja, sob o controle de médicos, mas a acurácia e o tempo gasto nas cirurgias são otimizados.

A precisão alcançada com esse tipo de intervenção é significativa e permite uma atuação menos invasiva, com cortes menores e melhor recuperação do paciente.

4. Como a tecnologia pode ajudar na gestão de clínicas?

A gestão de um negócio envolve o controle amplo das áreas administrativa, financeira e gerencial. Um dos objetivos da tecnologia aplicada ao gerenciamento de clínicas médicas é melhorar o relacionamento com os pacientes, otimizar o atendimento e incrementar a administração do empreendimento em si.

Isso só acontece quando existem sistemas que possam centralizar informações e apresentar funcionalidades que facilitem o tratamento e a disponibilização deses dados. Essa é a função dos softwares de gestão.

Para potencializar os benefícios dessas soluções, é fundamental que elas sejam integradas a outros sistemas da clínica, de forma que todas as vertentes do negócio sejam tratadas de forma sinérgica, desde a gestão financeira, passando pelo controle de estoque de medicamentos e acessórios para exames, até a coordenação dos recursos humanos que trabalham no ambiente.

Com softwares de gestão integrada é possível não só organizar melhor o consultório, como também otimizar a gestão de clínicas e pronto atendimentos, além de melhorar processos, aumentar a produtividade da equipe e prover tomada de decisões estratégicas.

Conheça, a seguir, algumas facilidades que a tecnologia pode trazer para o cotidiano de clínicas e consultórios médicos:

4.1. Agendamento de consultas

As pessoas estão cada vez mais acostumadas a resolver problemas do dia a dia utilizando aplicativos e outras formas digitais para consultar dados, registrar informações e tomar providências diversas.

Se antes a marcação de uma consulta só tinha como recurso uma ligação telefônica, hoje aplicações para essa finalidade estão disponíveis em sites e em dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Agendas online são um exemplo disso e muitas clínicas já estão aderindo a esse tipo de solução. O paciente seleciona a agenda do médico ou o exame desejado, avalia a disponibilidade, cria um cadastro com seus dados e ali registra a data e hora para atendimento. Em seguida, a clínica faz uma validação da agenda e, ao aceitar os registros do paciente, é enviada uma mensagem automática de confirmação ou alteração, que pode ser por e-mail ou SMS.

4.2. Prontuários eletrônicos

Em vez de prancheta, papel e caneta, a tela de um computador ou um tablet. Essa é a nova realidade dos prontuários dos pacientes em ambientes hospitalares e em consultórios.

Com isso, é possível concentrar em um só lugar todo o histórico de atendimento de um paciente, a evolução de alguns tratamentos, medicamentos que provocam reações e todos os outros dados relevantes para garantir a segurança daquele paciente sempre que ele retornar.

Além do armazenamento dos dados, o prontuário eletrônico garante que haja continuidade da conduta médica, ainda que o profissional que atenda o paciente na próxima consulta não seja o mesmo da ocasião anterior.

4.3. Automação do marketing

Engana-se quem pensa que o marketing não cabe em negócios médicos. Ele é inerente a todo tipo de empreendimento, guardadas as características e boas práticas cabíveis a cada um deles.

Clínicas e consultórios também precisam atrair e fidelizar seu cliente e uma das táticas de comunicação mais usadas na era digital é a automação de e-mails, também chamada de e-mail marketing.

Com o envio periódico de conteúdos ao público-alvo, a clínica reforça sua autoridade nos assuntos ligados à sua atuação, passa credibilidade e conquista a confiança dos pacientes.

4.4. Gerenciamento eletrônico de documentos

Desde documentos do paciente, como exames, até os papéis gerados ao longo do fluxo de informações resultante dos processos da clínica, tudo pode ser gerenciado de forma informatizada.

Soluções eletrônicas de gestão de documentos são fundamentais para a organização do trabalho das clínicas, e essa tem sido uma tendência crescente.

Com a digitalização de todo tipo de dado, não há mais espaço para o papel. E para que o mesmo não aconteça com a informação digital, a nuvem tem sido cada vez mais usada, já que sua característica de escalabilidade — expansão dos recursos de TI na mesma medida da necessidade do negócio — faz com que “o céu seja o limite” em termos de espaço para armazenamento de dados.

5. Como a tecnologia pode ajudar nos diagnósticos?

As vantagens apresentadas até aqui sugerem que a tecnologia pode contribuir sobremaneira para a precisão e agilidade nos diagnósticos.

O raciocínio é simples: se as informações estão concentradas, disponíveis e há cada vez mais recursos para a realização de exames, o resultado só pode ser o aprimoramento da medicina diagnóstica.

Vamos exemplificar, agora, o que a tecnologia agrega nessa etapa tão importante do trabalho médico. Veja!

5.1. Coleta de informações

Dispositivos vestíveis realizam a coleta e o monitoramento de dados do paciente em tempo real, organizam em aplicações próprias e enviam essas informações para sistemas programados para produzir demonstrações estatísticas e gráficas para análise de profissionais da saúde.

Os relógios inteligentes são a vedete nesse quesito e facilitam tanto o dia a dia do paciente quanto do médico, trazendo informações complementares fundamentais ao fechamento de diagnósticos e indicação de tratamentos.

5.2. Simplificação de exames

Com o avanço tecnológico no desenvolvimento de equipamentos para realização de exames, descobrir o significado de um conjunto de sintomas ficou mais simples, mais seguro e, muitas vezes, menos doloroso e invasivo para o paciente.

Com a evolução de aparelhos de imagem, por exemplo, a precisão dos resultados aumentou e trouxe melhores condições para o profissional definir o diagnóstico, bem como o tratamento e a conduta a serem seguidos.

5.3. O Big Data da saúde

Tantos dados acumulados e sendo atualizados a cada segundo exigem um tratamento especial. É aí que entram as tecnologias de Business Intelligence e Big Data, compostas por algoritmos robustos capazes de analisar um volume expressivo de dados.

A partir da extração, combinação, comparação, limpeza e análise de dados, soluções de Big Data permitem um melhor entendimento de situações diversas, a partir de padrões que são observados no fluxo de informações. Com isso, diagnosticar um problema de saúde se torna uma tarefa mais simples e produtiva.

5.4. Realidade aumentada

Recursos de geração de imagem 3D, simulação de situações e visualização de cenas virtuais não existem apenas em jogos e em outros meios voltados para o lazer.

O uso de simuladores e outras funções de realidade virtual e aumentada também estão sendo aplicados em ambientes médicos, antecipando a visualização de procedimentos cirúrgicos e ajudando a calibrar equipamentos e robôs e a prever os resultados de determinada intervenção.

5.5. Inteligência Artificial

Muito se engana quem acha que as máquinas não pensam. Quando são alimentadas com informações frequentes, treinadas para identificar padrões e programadas para combinar perguntas e respostas o que parecia impossível se torna realidade.

O uso de inteligência artificial na saúde tem enriquecido a análise das informações e permitido que previsões sejam aplicadas ao atendimento a pacientes. Com isso, tem-se a materialização da medicina preditiva, capaz de emitir diagnósticos mais certeiros e com uma rapidez que pode ser o diferencial na solução de um problema de saúde.

6. Por que a tecnologia pode salvar vidas e negócios na área de saúde?

Não é exagero afirmar que poucas áreas foram tão beneficiadas pelo avanço tecnológico quanto a saúde. A sequência de adventos de equipamentos, aparelhos, recursos diagnósticos, terapias e sistemas para gerenciar negócios médicos é muito significativa.

Tanto do lado do paciente quanto do lado do profissional e da empresa, as vantagens são muitas. Os resultados são percebidos na qualidade do atendimento e na exatidão dos diagnósticos, na produtividade dos médicos e outros especialistas e no retorno do negócio em termos de lucratividade e satisfação do cliente.

Apenas para reforçar como a tecnologia vem fazendo diferença nesse meio, alguns pontos de destaque podem ser retomados, aqui, para concluir este artigo. Confira:

  • desenvolvimento e indicação de tratamentos com mais acurácia e segurança;
  • diagnósticos mais rápidos e mais precisos;
  • previsão do aparecimento de doenças antes que elas, de fato, se instalem no paciente;
  • detecção precoce da possibilidade ou agravamento de doenças;
  • realização de exames mais completos e de monitoração de informações do paciente em tempo real;
  • integração de sistemas e base de dados para otimizar a administração e a gestão de negócios médicos, como hospitais, clínicas e consultórios;
  • automação de tarefas e racionalização de processos;
  • maior eficiência operacional, com melhores chances de fazer mais com menos;
  • gestão e poder de desempenho, com base em métricas automatizadas;
  • tomada de decisões baseadas em informações atualizadas e confiáveis.

O fato é que a tecnologia transformou a realidade dos negócios médicos, trazendo quesitos que atendem às exigências do mercado atual. A transformação digital vem impactando empresas de todos os ramos, e é impossível seguir firme sem considerar as características desse cenário que veio para ficar.

Mais do que nunca, salvar vidas e potencializar negócios dependerá do investimento em tecnologia na saúde. O ideal é que gestores e profissionais estejam atentos às inovações que não param de surgir e se preparem para enfrentar os novos desafios que ainda estão por vir.

Quer saber mais sobre recursos tecnológicos para a saúde? Leia também nosso artigo “Prontuário eletrônico: agilidade, controle e segurança do paciente“, que apresenta em detalhes como funciona e quais providências devem ser tomadas para implementar um prontuário eletrônico.

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