A administração de um negócio deve ser calcada em informações confiáveis, principalmente tratando-se do setor de finanças. O processo de tomada de decisão não deve ser baseado apenas no instinto do gestor, mas sim em informações sólidas, de modo a garantir que as decisões tomadas conduzam a empresa a um bom desempenho.

A informação do melhor momento para o investimento em expansão pode ser obtida a partir da observação e projeção do fluxo de caixa, por exemplo. Já entender um pouco mais sobre o nível de competitividade da sua empresa, passa pela análise comparativa da Demonstração do Resultado do Exercício.

Além do uso de um bom software de gestão, existem outras ferramentas de gestão para organizar e alavancar o seu negócio!

1. Fluxo de caixa mostra o momento certo para determinada ação

O fluxo de caixa é o registro de todas as movimentações financeiras da empresa. Nesse controle, é feita a anotação das entradas e saídas de dinheiro.

Com base nisso, o administrador pode obter informações importantes para fundamentar a tomada de decisão.

Observando o fluxo de caixa é possível identificar quais atividades demandam maiores recursos e também saber o futuro financeiro da empresa, entendendo quando será possível fazer um investimento, por exemplo.

2. DRE indica a real situação do negócio e permite benchmark

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um mapa da situação da empresa, considerando receita, custos, tributos e lucro.

Basicamente, essa Demonstração subtrai do faturamento os tributos, os custos da operação e outras despesas, construindo o resultado líquido.

A análise da DRE permite a comparação dos resultados da empresa com outras semelhantes, ou até mesmo com padrões do mercado. Isso gera benchmark e uma indicação se há necessidade de melhorar algum ponto do negócio.

A DRE também é uma exigência legal para algumas empresas.

3. Balanço patrimonial sinaliza a saúde financeira da empresa

O balanço patrimonial é uma das ferramentas de gestão financeira mais utilizadas, porque ela é um verdadeiro levantamento das finanças empresariais. O balanço registra todos os Ativos e Passivos da empresa, gerando o Patrimônio Líquido.

O ativo inclui os bens e direitos da empresa, como dinheiro em caixa, vendas a receber e bens materiais. O passivo representa as obrigações, ou seja, as contas a pagar, fornecedores e despesas operacionais. Já o Patrimônio Líquido é a parte relativa aos sócios — aqueles recursos financeiros e materiais aportados para criar a empresa, por exemplo.

A utilização do BP serve de base para a geração de indicadores da saúde financeira do negócio. A questão da solvência é verificada nesse balanço.

4. Auditoria interna busca erros e propõe melhores práticas

A auditoria interna é uma verificação das condições financeiras da empresa. A execução da auditoria pode ser feita por uma equipe interna ou por profissionais terceirizados. A equipe deve ser diversificada, mas com conhecimento específico em contabilidade e finanças.

O processo de auditoria analisa vários documentos da empresa — relatórios, livros-caixa, registros contábeis etc. — para identificar a adequação da administração do negócio às melhores práticas. Outra finalidade da auditoria é detectar erros ou fraudes na documentação e na gestão da empresa.

A utilização de fluxo de caixa, DRE, Balanço Patrimonial e auditoria interna são muito importantes para a administração de empresas. Essa melhora administrativa pode ser o diferencial que sua empresa precisa para se destacar dos concorrentes.

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