Este post vai abordar um assunto muito atual para as empresas: o uso de tecnologia avançada para melhorar a gestão — mais especificamente, a utilização do Business Intelligence.

Muito famoso no mundo todo, o Business Intelligence é outro conceito que ocupa espaço importante no universo dos negócios. É resultado do desenvolvimento de softwares, da atuação cada vez mais estratégica da TI na gestão corporativa e da crescente necessidade de analisar dados com mais eficiência. Para mais detalhes sobre esse assunto, continue conosco. Boa leitura. 

Business Intelligence

Também chamado simplificadamente de BI, o Business Intelligence (Inteligência de Negócios ou Inteligência de Mercado) consiste nos processos de coletar, organizar, analisar, compartilhar e monitorar todas as informações que são essenciais para a gestão de uma empresa.

Trata-se, portanto, do conjunto de teorias, processos, métodos, tecnologias e estruturas que formam um avançado sistema automatizado de gestão, com potencial para converter uma enorme quantidade de dados em informações valiosas para a elaboração do planejamento estratégico e a tomada de decisões acertadas.

Com o BI, é possível interpretar adequadamente os dados com a ajuda de softwares de elevado desempenho e direcionar as decisões dos gestores, fazendo que sejam muito mais profissionais e menos intuitivas. Usando essa poderosa ferramenta, a equipe gestora obtém sucesso por meio do conhecimento e da prática.

O BI pode ser usado como extensão de sistemas de gestão corporativa, tais como ERP, CRM, WMS e outros. Na verdade, ele deve ser integrado a esses sistemas, compartilhando dados e informações. Assim, aproveitará esses outros sistemas para ampliar sua base de dados, recebendo e dando suporte para aumentar a quantidade e a qualidade do fluxo de informações.

Ou seja, o Business Intelligence realiza o velho processo simbólico que, no âmbito da arquitetura, era conhecido como “lapidar a pedra bruta”, fazendo dela uma pedra útil e importante para o processo construtivo, conferindo mais beleza e segurança à edificação.

Aplicação nas empresas

O Business Intelligence é um termo criado pelo Gartner Group, empresa de consultoria fundada por Gideon Gartner em 1979 e que desenvolve soluções tecnológicas para facilitar o processo de tomada de decisão dos gestores.

O termo apareceu pela primeira vez na década de 90 para descrever a capacidade das empresas de acessar dados e obter informações e recursos financeiros em favor dos executivos, permitindo que eles desenvolvessem percepções e análises mais detalhadas e pudessem incrementar sua tomada de decisões, fundamentando-a em bases mais consistentes.

Conforme algumas fontes, inclusive, a inserção de computadores no mercado durante a década de 50 coincidiu com o começo do Business Intelligence moderno. Até os anos de 2008/2010, o conjunto dos dados estratégicos das empresas era resguardado por um sistema abrangente chamado simplesmente BI.

À medida que o Business Intelligence foi oferecendo resultados satisfatórios, ao facilitar a gestão de dados e contribuir para o crescimento corporativo, mais e mais empresas passaram a investir nessa solução. A evolução tecnológica, especialmente no campo digital, permitiu ao BI desenvolver-se ainda mais, tornar-se mais eficiente e, assim, atrair a atenção dos empreendedores que desejam alcançar as metas de seus planejamentos estratégicos.

Nas empresas, o Business Intelligence ajuda a promover a compreensão dos métodos de coleta e uso de todos os tipos de informações (internas e externas) para que sejam criadas estratégias adequadas para o período em questão, de modo a garantir maior potencial competitivo. Assim, o sistema permite a criação e também o acompanhamento dessas estratégias para que os gestores possam conferir até que pontos elas estão sendo aplicadas e sendo eficazes.

O BI precisou acompanhar a inovação e acompanhar o mesmo ritmo das redes sociais, que passaram a ser utilizadas de forma exponencial nas empresas como ferramentas estratégicas de divulgação de produtos ou serviços, de captação de clientes, de otimização do CRM e outras coisas. Atualmente, muitas empresas desenvolvem softwares para garantir acessibilidade ao histórico de relacionamentos nas mídias sociais.

Benefícios do Business Intelligence

O Business Intelligence tornou-se uma ferramenta necessária para todas as empresas que desejam conseguir diferenciais competitivos e manter-se ativas no mercado, mesmo considerando as crises econômicas e a concorrência elevada. Entre os benefícios que o BI proporciona, podemos citar que ele:

  • auxilia a tomar decisões bem fundamentadas e calculadas;
  • reduz custos;
  • elimina a duplicação de atividades;
  • melhora a organização;
  • permite fazer previsões de crescimento corporativo;
  • é um importante aliado na elaboração de estratégias;
  • fornece informações confiáveis sempre que for necessário;
  • permite uma visão em tempo real da performance da empresa (tanto de forma geral quanto individual).

Considerando o custo-benefício, o investimento em Business Intelligence pode ser considerado acessível. Em alguns casos, talvez sejam necessários investimentos maiores, mas dependendo do perfil da empresa, podem ser adotadas soluções mais específicas, mas que ainda assim estejam de acordo com os requisitos do negócio.

No nosso país, o Business Intelligence é usado em diferentes instituições, entre as quais empresas de telecomunicações, seguradoras, instituições financeiras (como bancos) e na maioria das empresas que percebem o quanto a globalização alcançou a economia, tornando fundamental um fluxo de informações abundante, ágil e confiável.

Uma pesquisa envolvendo 510 empresas revelou que os benefícios mais importantes do Business Intelligence para uma empresa são: planejamento de melhores estratégias, melhores decisões táticas, economia de tempo e de custos, assim como processos mais produtivos.

Business Intelligence como ferramenta de negócio

O Business Intelligence consiste em uma estrutura específica que reúne setores como conjunto do negócio, gestão do negócio e tecnologia da informação. Enquanto as fontes primárias de informação são recolhidas dentro da própria empresa, as secundárias referem-se:

  • à necessidade do público que consome os produtos/serviços da empresa;
  • às decisões do cliente;
  • às condições industriais mais importantes;
  • aos desafios competitivos;
  • às questões econômicas e tecnológicas; e
  • às tendências culturais.

Tudo inicia com o Data Warehousing, o armazenamento de dados. Aqui, são integrados os dados de uma única fonte ou de fontes diversas, dando origem a um repositório centralizado que forma um Data Warehouse, ou “armazém de dados”. A partir do Data Warehouse, é possível realizar o Data Mining, ou seja, a mineração desses dados.

A mineração corresponde à exploração deles, procurando sempre por padrões válidos para identificar características semelhantes e relacionamentos, além de novos subconjuntos de dados que poderão ser mapeados e dos quais se extrairão mais informações importantes.

Outros conceitos podem ser aplicados conjuntamente ao de Business Intelligence como Business Analytics (o qual veremos adiante no que consiste) e BPR.

Pois bem, o BPR ou Reengenharia de Processos de Negócio se trata da estratégia de gerenciamento de negócios para analisar e desenhar fluxos de trabalho e processos de negócios, com a finalidade de reestruturar a organização, focando principalmente na avaliação ascendente (de baixo para cima) do design dos processos de negócio.

Além dele, o Benchmarking também pode ser aplicado junto com o Business Intelligence a fim de melhorar o desempenho dentro da organização. Dessa forma, a empresa consegue avaliar a forma como está desenvolvendo determinada operação, objetivando melhorar o processo de execução dessa ou de outra.

Trata-se de uma comparação entre um ou mais sistemas internos da empresa ou mesmo entre sistemas do empreendimento e sistemas de uma empresa concorrente — nesse caso, o BI torna-se ainda mais estratégico, já que permite a coleta e a interpretação de dados sobre a concorrência.

Business Intelligence X Business Analytics

Já que falamos sobre Business Analytics como um conceito paralelo ao de Business Intelligence, vamos estudar o que ele realmente significa.

Pois saiba que embora sejam conceitos diferentes, o Business Analytics realmente “nasceu” do Business Intelligence, tornando-se uma parte independente do sistema. Começou a se usar a expressão Business Analytics depois de 2010 quando um setor mais centralizado em TI de Business Intelligence recebeu a denominação de “analytics”.

Os objetivos do BI e do BA são os mesmos — ambos têm como função principal contribuir para que as empresas tomem decisões mais consistentes por meio da análise e mensuração dos dados. Mas vale dizer que usam métodos diferentes.

Metodologias diversas

O Business Analytics, também chamado somente de Analytics, oferece mais recursos de estatísticas preditivas que o Business Intelligence. Por esse motivo, ele recebeu o nome de “Análise de Negócios”. Nesse sentido, o Analytics realmente é uma solução mais abrangente, satisfazendo as necessidades de indústrias e favorecendo o processo de avaliações nas corporações.

Já o Business Intelligence é uma ferramenta utilizada para dar suporte aos gestores na elaboração e execução do planejamento estratégico. Ele contribui para o planejamento futuro a partir das observações cuidadosas de um conjunto de dados coletados em diferentes fontes. Essa avaliação permite compreender e mensurar o desempenho da empresa, identificando falhas e acertos a fim de aprimorar os processos e as operações futuras.

Se por um lado, os dados no BI aparecem na forma de métricas definidas em planilhas que podem ser complexas para os usuários iniciantes, o BA, por outro, entra em cena como um facilitador do entendimento desses dados e informações, já que é destinado especificamente à análise.

De qualquer forma, tanto um quanto o outro trabalham seguindo a ideia de que a informação é uma ferramenta fundamental para qualquer empresa. Como resultado, a partir de boas informações, a empresa aprimora seu desempenho e cresce.

Ainda assim, o Business Analytics considera que a quantidade enorme de dados e informações disponíveis — que tende sempre a crescer — pode gerar uma imagem complexa e confusa para os gestores. Por isso, defende que é necessário aplicar uma metodologia adequada à realidade moderna.

Tendo isso em vista, a análise do Analytics permite uma compreensão mais profunda dos dados, indo além dos fatos concretos, alcançando as possíveis implicações desses fatos e as possibilidades para o futuro. O sistema é detalhista, revelando o que acontece, o modo como aconteceu e em que tempo/período aconteceu. Com essa análise, portanto, é possível responder alguns questionamentos relacionados às causas que levaram um determinado fato a se concretizar.

BI e BA devem se complementar

Também como o Business Intelligence, o Business Analytics utiliza tecnologia e estatística para traduzir e interpretar dados, mas sua investigação é mais profunda. Dessa forma, percebemos que o Business Analytics deve ser usado de forma complementar ao BI. De fato, a diferença entre esses sistemas é tênue, mas existe e serve para mostrar como os métodos de análise de dados vêm evoluindo e como essa realidade está afetando as empresas.

Apesar de alguns gestores ainda confundirem os conceitos e identificarem um com o outro, é importante compreender o Business Intelligence e o Business Analytics como sistemas diferentes, mas complementares entre si e não antagônicos. Só assim será possível usufruir os melhores resultados na utilização dessas duas tecnologias avançadas.

Business Intelligence X Big Data

Quando se fala em quantidade enorme de dados, vem logo à mente um conceito que está sendo usado com mais frequência no mundo dos negócios: o Big Data. O Big Data tornou-se muito famoso depois que presidente dos Estados Unidos Barack Obama o usou em suas campanhas eleitorais. Veja mais detalhes:

Big Data (acúmulo de dados)

Big Data é diferente de Business Intelligence, mas também podem ser parceiros na busca por informações valiosas e pela assertividade na tomada de decisão. Para melhor entender o Big Data, considere que a tecnologia atual permite que milhares e milhares de dados sejam trocados entre as pessoas por meio de ferramentas diversas.

Quando todos esses dados formam um conjunto único e volumoso que pode ser processado e analisado velozmente, costumamos chamar esse conjunto de Big Data. Os conceitos, na era da revolução digital, tendem a se tornar mais subjetivos, mas ainda assim muito reais. Hoje, nos preocupamos mais em nomear operações, processos, ideias, conjuntos de dados (que podem ser medidos, analisados, comparados, transformados — porém, não podem ser tocados).

Os dados do Big Data podem se originar de fontes diferentes, como sites, blogs, redes sociais, ferramentas de CRM, vídeos, áudios, imagens, relatórios financeiros, aplicativos para dispositivos móveis, registros de IPs e assim por diante. Esses dados podem ser “estruturados” (exemplo: dados catalogados e organizados em planilhas) e “não estruturados” (exemplo: dados brutos; dados que ainda não foram submetidos a nenhuma análise, ou seja, dados “virgens”).

Big Data Analytics

Ao processo de refinar os dados e analisá-los utilizando algoritmos e softwares especiais foi dado o nome de Big Data Analytics. Ou seja, a análise do Big Data é realizada por sistemas especiais, que buscam similaridades no conteúdo de dados disponíveis. Assim, é possível reunir informações sobre concorrência, consumidor, tendências do mercado, preços etc.

É o processo de “peneirar” ou “minerar” (como é chamado no Business Intelligence). Isso aparentemente torna BI e Big Data Analytics parecidos, mas observe que a composição e a metodologia do BI são diferentes.

A análise de Big Data tem sido aplicada em um grande número de corporações. Essa análise em tempo curto oferece vantagens como visualizar novos rumos para a empresa ou para um negócio em particular, conferindo maior potencial competitivo e permitindo também obter resultados em tempo real. Tal imediatismo e essas decisões acertadas só se tornaram possíveis porque muitas questões, dúvidas e perguntas foram respondidas devido ao volume elevado de dados disponíveis.

Apesar dos resultados positivos que a tecnologia que explora o Big Data proporciona, a empresa necessita de uma gestão madura e experiente, bem como operadores capacitados para lidar com as ferramentas. O Business Intelligence aparece como uma solução para usar os recursos do Big Data adequadamente.

Bi e Big Data juntos

O BI facilita a compreensão da base de dados da organização, permitindo saídas estratégicas. Funciona como uma bússola baseada em dados estruturados que serve para orientar o melhor rumo a se tomar. Assim, os dados do Business Intelligence podem ser acessados por meio de tabelas dinâmicas, análise de performance, painéis interativos (dashboards).

Essas fontes de dados exibem qual foi o desempenho dos profissionais no trabalho (o nível de produto na mão de obra). As fontes usadas pelo BI também oferecem uma visão precisa dos processos internos dos materiais e do pessoal, passando informações que vão contribuir para o crescimento da empresa.

Em suma, o BI torna muito mais acessíveis e bem estruturadas as informações precisas e valiosas, essenciais para a empresa, enquanto o Big Data e sua análise podem reunir e classificar um volume elevado de dados, deixando os procedimentos de refinamento, avaliação profunda e orientação estratégica para o Business Intelligence e o Business Analytics.

Vale ressaltar que o processo de Big Data não se preocupa muito com a exatidão do sistema de BI a não ser quando são usados sensores específicos. Seu foco é comparar e buscar relações entre os dados. Muitas vezes, os gestores nem conseguem compreender que motivo levou a análise de Big Data a correlacionar certos dados — por causa disso, ela pode indicar novos caminhos, até então não cogitados pela empresa, e de forma ágil, o que confere vantagens competitivas relevantes.

O papel do profissional de BI

Depois de avaliar a importância do Business Intelligence, vale a pena compreender como deve se comportar o profissional que atua nessa área e o potencial de valorização que sua profissão tem no mercado. Primeiramente, para atuar em BI, não é o suficiente contar apenas com conhecimentos em TI e sistemas em geral. Afinal, são exigidos conhecimentos em outras áreas para que seu trabalho realmente seja satisfatório. Entre essas áreas, estão logística, contabilidade e mercado financeiro.

Se por um lado, isso pode dificultar a especialização em BI para alguns, poderá abrir novas oportunidades para outros, sobretudo para aqueles que já possuem em sua grade disciplinas iguais ou semelhantes às que são requeridas para atuar na área. Entre esses profissionais mais habilitados, podemos citar aquelas que trabalham na área administrativa, contabilidade, marketing, ciência, matemática, física e sistemas de informação.

Ou seja, eles podem muito bem iniciar na área de Tecnologia da Informação. Mas deve-se ter em conta que o caminho é árduo e exige dedicação e engajamento. Veja alguns pré-requisitos especiais para o profissional que deseja atuar em Business Intelligence:

  1. Conhecimento sobre a tecnologia disponível: é importante acompanhar as tendências do mercado de TI, atualizando-se sobre as novas ferramentas;
  2. Conciliação da teoria à prática: a aprendizagem real precisa unificar esses dois pilares (é preciso praticar a teoria para que seja possível mostrar a sua importância);
  3. Conhecimento sobre o Data Warehouse: o “armazém” de dados é a base do BI e precisa ser estudado profundamente (as principais referências sobre Data Warehouse são DevMedia, Data Warehouse, Business Dictionay, Oracle, Gartner e DataWarehouse4u);
  4. Conhecimento em tecnologia de banco de dados: o conhecimento em tecnologias é fundamental, de modo especial, em bancos de dados, considerando que ele também é um fundamento da Business Intelligence (inclua nesse conhecimento a modelagem de dados).

As funções de um profissional de BI

Um profissional na área de Business Intelligence pode atuar de diferentes formas, como fazer a coleta de dados e informações que permitam identificar boas oportunidades ou problemas. Ele deverá analisar o perfil do público consumidor, os hábitos de consumo da população, o potencial de mercado para o segmento em que a empresa atua.

Também poderá realizar levantamentos sobre os estilos de vida, analisar as vendas conforme o perfil dos clientes, considerar as tendências do mercado, pesquisar como anda a imagem da empresa perante a sociedade.

É importante ainda que o profissional de TI acompanhe todas as inovações tecnológicas e invista no marketing digital. Nesse sentido, ele deve acompanhar as notícias e estudos disponibilizados em mídias tradicionais e digitais, desde que sejam realmente confiáveis. Sem dúvida, conhecer tendências e hábitos, bem como as novas tecnologias, ajuda a elaborar planejamentos mais eficientes.

Outro ponto a se ressaltar é a necessidade desse profissional manter constante monitoramento sobre as mídias sociais, procurando entender como as empresas abordam conteúdos em cada canal digital, qual a linguagem que predomina, que linguagem mais favorece a empresa (institucional ou descontraída) etc.

A carreira promissora do profissional de BI

Para quem ainda tem dúvidas, vale lembrar que a área de Business Intelligence vem se destacando no mercado, pois os gestores não estão dispostos a arriscar demais, nem a perder muito. Sua intenção é tomar o maior número de decisões certas para contornar as crises financeiras, superar a concorrência e reduzir riscos de prejuízos e perdas de clientes.

É por esse motivo que o BI tende a crescer, pois a obtenção, a aplicação e o monitoramento de informações são fundamentais para conquistar uma posição sólida no mercado, captar e fidelizar clientes, assim como reduzir custos.

Sobretudo, o profissional de BI consegue converter dados aparentemente sem sentido em informações importantes e apresentar o resultado em relatórios que serão lidos e servirão de base para a tomada de decisões.

Ou seja, existe uma responsabilidade muito grande para o profissional de BI, já que influencia decisivamente no processo decisório das corporações. No entanto, tal responsabilidade elevada contribui para uma maior valorização e reconhecimento.

E você, pretende ingressar na área de Business Intelligence? Agora que você já sabe que o BI consiste em uma importante ferramenta estratégica para as empresas, aprenda mais sobre estratégias corporativas, lendo o nosso Guia da logística para as indústrias!